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Vista detalhada do Capim Vetiver em um ambiente verdejante, mostrando as longas folhas e raízes profundas, simbolizando a robustez e benefícios ecológicos do Capim Vetiver Vila Verde.

DESCUBRA O CAPIM VETIVER

Eu sou Mateus Cheles, agroecologista e gestor da Vila Verde Insumos Agroecológicos. Tenho o prazer de compartilhar com vocês este material incrível, enviado pelo nosso parceiro Haro Kamp, sobre o Capim Vetiver. Esta gramínea é uma solução ecológica impressionante para uma ampla gama de problemas ambientais e agrícolas, além de ser excelente para o paisagismo.

HISTÓRIA E USOS DO CAPIM VETIVER

O Capim Vetiver é uma planta bem conhecida, principalmente pelo seu óleo essencial. Utilizado intensamente na Bioengenharia desde os anos 1950, o Vetiver foi promovido pela ONU como a solução ideal para estabilização de taludes, encostas de morros, barrancas de rios, fixação de canais de drenagem, e é benéfico para proporcionar trabalho e renda a populações carentes, como em bioconstruções e artesanatos. Suas múltiplas funções são conhecidas há mais de 70 anos!

DESAFIOS E OPORTUNIDADES

Infelizmente, a preferência por estruturas mais caras e menos eficientes, como as de concreto, tem limitado o uso do Capim Vetiver. Acreditamos que essa escolha seja motivada pela busca de maiores lucros, o que é uma pena, pois o Vetiver ainda é pouco utilizado e conhecido.

VILA VERDE INSUMOS AGROECOLÓGICOS E O VIVEIRO VALE EUROPEU

Nós, da Vila Verde Insumos Agroecológicos e do Viveiro Vale Europeu, estamos comprometidos em mudar esse cenário. Apresentamos a vocês o Capim Vetiver, uma gramínea notável capaz de transformar paisagens e a vida das pessoas. Ele é a solução para diversos tipos de problemas, seja em ambiente rural ou urbano, em propriedades privadas ou públicas, rurais ou industriais.

CONVITE AO CONHECIMENTO E AÇÃO

Se você busca soluções mais sustentáveis, simples, de fácil implantação e manejo, de menor custo e consumo de energia, mas com maior eficácia e longa duração, você precisa conhecer o Capim Vetiver. Temos certeza de que você vai se apaixonar por ele. Oferecemos conhecimento, mudas, assistência técnica e projetos para quem tiver interesse.

CARACTERÍSTICAS DO CAPIM VETIVER

NOME CIENTÍFICO E ORIGEM
O Capim Vetiver, cientificamente conhecido como Chrysopogon zizanioides (anteriormente Vetiveria zizanioides), é originário da Ásia, especificamente do Ceilão, Índia, Malásia e Sri Lanka. Conhecido desde a antiguidade, seu valor reside principalmente no óleo essencial e perfume, extraídos de suas raízes, que possuem propriedades medicinais notáveis.

  ADAPTABILIDADE E USOS NA BIOENGENHARIA

Este capim se destaca pela sua resistência e adaptabilidade, crescendo em diversas condições climáticas – desde trópicos a climas temperados, áridos ou úmidos, resistindo a fogo e até neve. Essas características tornam o Vetiver ideal para a bioengenharia, conhecido como Sistema Vetiver, pelas suas incríveis capacidades de produzir benefícios ambientais e ecológicos, e em especial na proteção e estabilização de solos.

ESTRUTURA

O Vetiver possui raízes profundas que podem atingir de 4 a 10 metros, variando conforme a porosidade e o tipo do solo. Com crescimento rápido, forma touceiras densas, ideais para cobrir solos e fixar cristas de taludes, canaletas de drenagem e barrancas de rios. Essas características o tornam excelente para controle de erosão e estabilização de solos. As raízes densas e entrelaçadas criam paredes subterrâneas robustas, reforçando a estrutura do solo e estabilizando infraestruturas associadas.

ADAPTAÇÃO E LONGEVIDADE

O Vetiver adapta-se a uma ampla gama de condições, tolerando pH do solo de 3 a 11, temperaturas de -15°C a +55°C, resistindo à seca e submersão completa por até 3 meses. Além disso, é tolerante à salinidade, à maioria dos metais pesados e a todos os herbicidas, com exceção do glifosato. As touceiras podem atingir até 2 metros de altura e há registros de plantas com mais de 100 anos.

REPRODUÇÃO

Existem várias cultivares de Capim Vetiver. No Brasil, é permitido apenas o uso de uma cultivar que não produz sementes viáveis e se reproduz por estaquia e divisão da touceira. É importante assegurar que as mudas adquiridas sejam da variedade correta, para evitar problemas legais e ambientais.

UTILIDADES DO CAPIM VETIVER

O Vetiver possui uma vasta gama de aplicações, incluindo:

Estabilização de solos em taludes, barrancos e valetas.
Utilização em beiradas de lagos e lagoas.
Cercas vivas e paisagismo.
Artesanato diversificado.
Coberturas para construções.
Extração de óleo essencial de Patchuli.
Tratamento de efluentes em psiculturas e indústrias.
Remediação de fossas ecológicas.
Delimitação de terrenos.
Filtros biológicos de raiz.
Não tóxico para gado, com baixa palatabilidade.
E muitas outras utilidades podem ser adicionadas a esta lista extensa.

APLICAÇÕES VERSÁTEIS DO CAPIM VETIVER

  1. CONTROLE DE EROSÃO

O Vetiver é um herói no controle de erosão. Quando plantado em curvas de nível, suas raízes profundas fortalecem o solo, prevenindo a erosão e o carreamento do solo. Isso evita o assoreamento de corpos d’água e a perda de qualidade e nutrientes do solo. Excelente para tanques de sedimentação e terraplenagem, o Vetiver filtra e retém água e sedimentos, sendo também eficaz em taludes e barrancas de rios.

  1. PREVENÇÃO DE DESLIZAMENTOS DE TERRA

As raízes do Vetiver têm uma resistência mecânica extraordinária, comparável à do cabo de aço com dimensões similares. Elas fixam e estabilizam taludes ou solos soltos, reduzindo drasticamente o risco de deslizamentos.

  1. FITO-REMEDIAÇÃO

Sua habilidade em absorver metais pesados e toxinas do solo e água torna o Vetiver um método eficiente e econômico de purificação. É amplamente utilizado em wetlands, fossas ecológicas, filtros biológicos, jardins de chuva, trincheiras de infiltração, tratamento de efluentes em psiculturas e até em processos industriais.

  1. AGRICULTURA SUSTENTÁVEL

O Vetiver é um aliado da agricultura sustentável, atuando como barreira natural contra pragas e doenças, melhorando a estrutura do solo e servindo como adubo verde. Ideal para fixar cristas de drenagem, barrancos de córregos e ribeirões, e no tratamento biológico de água potável e efluentes em propriedades rurais.

  1. PAISAGISMO

Devido à sua estética atraente, o Vetiver é usado em jardins e áreas verdes, tanto como capim ornamental quanto em cercas vivas. Eleva a eficácia de trincheiras de infiltração e jardins de chuva. Nos lagos ornamentais biológicos e bio-piscinas, é essencial na área de remediação devido à sua alta eficiência em absorver nutrientes dissolvidos na água.

O Vetiver é muito útil nas mais diversas aplicações. Além de suas incríveis funções e vantagens ambientais na estabilização de solos e remediação (despoluição de água e solo) o seu incrível apelo estético/visual, o tornou um desejado elemento no paisagismo, onde também pode ser cultivado até em floreiras e vasos.

Este capim pode ser utilizado em Jardins de Chuva, para delimitar áreas ou canteiros, como cerca viva/bordaduras de pátios, de caminhos, estradas e até divisor de tráfego em rodovias (entre duas pistas de mão contraria), o Vetiver embeleza e estabiliza a beirada de córregos, de rios e lagos (também de água salgada) e até é eficiente em quebra-mar (plantado na areia da praia).

O Vetiver, por ser extremamente resistente também se plantado em áreas de risco, para proteger e dificultar o acesso a áreas perigosas como um penhasco, além muitas outras aplicações.

Em barrancas de canais, rios e laterais de córregos (ver fotos abaixo) o Vetiver é usado com grande sucesso em locais para fixar o solo arenoso, que costumava ser levado por enxurradas frequentes, deformando a paisagem (colapsando os taludes assoreando os corpos d’água) ribeirinha:

Como Plantar o Capim Vetiver:

Podemos plantar o Capim Vetiver em praticamente todos os tipos de Solos (ácidos, alcalinos, salinos, intoxicados/poluídos, solos secos, solos úmidos, solos alagados), em todo tipo de clima (clima frio ou nos trópicos) desde que em todos os lugares haja muita Insolação! Mas para um maior sucesso, para mais rápido eficiência de pega e mais rapidamente podermos verificar que as vantagens ambientais e ecológicas comecem a aparecer, devemos nos atentar para o que favorece seu bom e rápido desenvolvimento, e assim dependendo do local/solo/clima poderemos fazer escolhas ou mesmo serviços que favoreçam seu mais rápido desenvolvimento, tornando mais rapidamente resistente a todo tipo de intempéries e assim dificilmente irá morrer, e lhe servirá por décadas. Seguem algumas dicas:

Tipo do Solo:

Normalmente não podemos escolher o tipo de solo onde plantaremos o Vetiver, e corrigi-lo é muito difícil e dispendioso. Mas consideramos que sabemos que o Vetiver prefere solos bem drenados, ricos e úmidos, podemos fazer alguns ajustes/melhorias no momento do plantio, caso de necessidade, e dependendo do período do ano.

Por exemplo se o solo for extremamente pobre/ácido e compacto, recomendamos fazer uma cova de 30 cm de profundidade e 20 cm de diâmetro, retirar o solo e corrigi-lo com calcário dolomítico, fosfato natural de rocha e esterco compostado (matéria orgânica compostada proveniente de Gado, Cavalo, Cabras, Ovelhas, Codorna, Galinhas, Peru etc.) Adicionar 50g na cova de Bokashi da Vila Verde (quando possível) é um investimento muito inteligente. A Vila Verde possui todos estes estercos devidamente compostados e enriquecidos, bem como o calcário e o fosfato natural reativo.

Observação:

Se quiserem plantar o Vetiver em pequenas quantidades é de grande vantagem utilizar os produtos da Vila Verde. Mas se for em grandes quantidades o custo pode ser um limitador. Se necessitarem de grandes quantidades e quiserem aprender a produzir vocês mesmos estes Compostos Orgânicos, melhor se informarem como se tornarem um Franqueado Vila Verde ou até participar de um Curso ou mesmo uma Oficina na Vila Verde, que acontecem 2 vezes por ano!

Espaçamento e Época de Plantio:

O espaçamento de plantio varia muito, dependendo do tipo de solo, do tipo de muda utilizada, da época do ano, da declividade e da finalidade do plantio. Podemos afirmar que o mais comum é plantarmos as mudas cada 20-30 cm para formar uma barreira densa, mas se plantarmos a cada 10cm, a barreira se formará ainda mais rápido. Se utilizarmos mudas simples ou colmos, sugerimos que sejam plantados nos períodos mais propícios do ano (fim de inverno e início de primavera, aqui no Sul do Brasil nos meses de agosto/setembro/outubro) ou no fim de verão (março/abril/maio), onde fugimos do frio e dos períodos mais quentes do ano e assim oferecemos as melhores condições ambientais as jovens mudas, potencializando a sua pega.

Mesmo assim nem sempre isso é possível e teremos que plantar nos períodos não tão propícios. E nestes períodos é que as jovens mudas vão exigir outros cuidados (o que encarece significativamente os custos de implantação):

  1. a) No calor exige cobertura com sombrite da área plantada (num período inicial de 30 a 45 dias pôs plantio, e isso normalmente é inviável. Outra opção é cobrir o solo exposto com folhas ou restevas de culturas (palhada para o Sol não aquecer muito o solo) e regar por gotejamento a cada 2-3 dias para que a mortandade seja mais reduzida e as mudas peguem. Mesmo assim podemos esperar taxa de mortalidade alta, exigindo replantios constantes.
    b) No frio devido as baixas temperaturas e pouca insolação as condições retardam o crescimento, atrasando em muito o seu desenvolvimento e exigindo replantio (devido à alta taxa de mortalidade). O Frio abaixo de zero na fase inicial pode matar as mudas simples e colmos (melhor daí usar mudas maiores/mais velhas, já plantadas e cultivadas em jacas por um ou dois anos, que são mais resistentes ao frio e ao calor/seca). Além de possíveis replantios, também necessitaremos de mais adubações, capinas e até cobrir as raízes devido a erosão do solo superficial.

Irrigação:

Como toda planta jovem, é na fase inicial que ela é mais susceptível, e precisa de mais cuidados. O Vetiver também necessita de regas regulares até se estabelecer (nos primeiros 30-45 dias), após surgirem as brotações laterais /os afilhos e estes se desenvolverem até uma altura de 60-80 cm.

Como normalmente o Vetiver é plantado em solo inclinado, a aspersão, ou rega com mangueira, se mal aplicada, pode favorecer a erosão do solo, expondo suas raízes e até arrancando a muda da cova. Por isso recomendamos a rega por gotejamento na linha de plantio, onde a água é fornecida lentamente e gradativamente, dando tempo de ela se infiltrar no solo em vez de escorrer superficialmente.

Este sistema é de baixo consumo de água, e permite a fertirrigação (se informe sobre o BIGBOOM da Vila Verde). Após o estabelecimento das mudas, quando o sistema radicular já estiver bem desenvolvido, o Vetiver é muito tolerante à seca, mas beneficia-se através de regas ocasionais.

 Replantio de Mudas Mortas:

Apesar de não gostarmos de reconhecer nossas falhas, é muito importante que replantemos as mudas mortas assim que identificarmos que estas de fato não brotarão mais. Podemos verificar já após 20 até 45 dias após o plantio (isso depende da época do ano que foi efetuado o plantio). Antes disso, não remova mudas aparentemente secas e mortas, você pode estar matando uma muda que ainda iria brotar.

Acima já listamos os cuidados no momento do plantio das mudas, e se formos criteriosos e comprometidos, o Capim Vetiver vai se estabelecer rapidamente, e teremos pouco retrabalho/replantio. Em condições Ambientais Favoráveis, a taxa de mortalidade está em torno de 2-3%. Mas em clima adverso, a taxa de mortalidade facilmente atinge 30-40%, podendo chegar a 90% ou até mesmo 100%.

Por esta razão enfatizamos que respeitem os períodos mais adequados para o plantio, se informe melhor sobre qual é esse período em sua região. Mas após este período, você deve replantar as mudas, e já utilizar mudas maiores, para que não haja diferença entre as mudas na linha de plantio (se você fez cova, reutilize a mesma cova, mas aplique novamente o mesmo adubo). Por esta razão sempre recomendamos adquirir 10% de mudas a mais do que está projetado, as mudas que sobrarem no plantio, plante-as em um canteiro ou em embalagens plásticas, para, se necessário for, repor as mudas que morreram, por mudas do mesmo tamanho e idade daquelas plantadas.

OBS: Caso você já saiba se irá plantar as mudas fora do período ideal, onde normalmente a taxa de mortalidade é muito alta, sugerimos que reserve pelo menos 30% a mais de mudas.

Cuidados Anuais de Manutenção com o Capim Vetiver:

Após a fase inicial de pega das mudas, que dependendo do período do ano vai de 30-45 dias até 3-6 meses, onde já sugerimos acima os principais cuidados para garantir o mais rápido desenvolvimento das mudas, as mudas continuarão crescendo e de acordo com sua aparência/seu vigor podemos potencializar seu crescimento através de adubações de cobertura, regas (em períodos de estiagem prolongada), capina e limpeza ( diminuir a concorrência com outras herbáceas ou capins) e até poda da parte aérea, que estimula a brotação lateral (novos afilhos).

Esta poda deve acontecer na altura de 40 a 60 cm, nunca menos que isso, assim preservando uma área foliar suficiente para a fotossíntese continuar. A primeira poda recomendamos após 6 meses do plantio, se as mudas estiverem bem desenvolvidas, com 80 cm até 1 m de altura. Mudas enfraquecidas e debilitadas, melhor não podar, apenas adubá-las com uma Adubação de Cobertura.

 Como fazer a poda:

Cortar a parte aérea anualmente para estimular a brotação lateral e do crescimento e fortalecimento das raízes. O período mais adequado para esta poda são os meses de setembro/outubro e março/abril.

Portanto podemos fazer isso uma ou duas vezes ao ano, dependendo do estágio de desenvolvimento dessas mudas. Para a poda podemos nos utilizar de uma Tesoura de Poda (fig.1), de uma Roçadeira Costal (se tivermos habilidade para isso), uma Moto-Podadeira (fig.2), uma Foice de Mão (Ancinho fig.3) ou uma Tesoura de Poda de Cerca Viva (fig.4). As folhas podadas devem ser colocadas transversalmente acima das linhas de plantio, como Cobertura Morta, protegendo o solo, e oferecendo maior umidade e nutrientes para as mudas.

A Poda deve acontecer assim que o capim estiver já bem estabelecido, para fortalecer a sebe/touça. Nesta foto, três linhas de plantio de Capim Vetiver foram plantadas em um barranco onde ocorreu um deslizamento de massa, num ano que ocorreu muita chuva (a exemplo deste ano de 2023 e início de 2024).

Aqui implantamos 3 canaletas transversais de drenagem para transportar o excesso de água de escorrimento superficial e plantamos as três linhas de Vetiver, o que já demonstrou grande eficiência após 2,5 anos da sua implantação (o talude não sofreu nenhum dano). Aqui na foto, o Capim Vetiver foi podado com a Roçadeira Costal de forma incorreta, muito baixo, o que vai causar um grande estresse as plantas e atrasar demasiado a sua rebrota:

No Paisagismo o Vetiver já necessita de mais cuidados frequentes, pois aqui a tua aparência/vigor é de maior importância. Sugere-se fazer no mínimo 2 podas por ano (setembro/outubro e depois março/abril), assim o Capim Vetiver estará o máximo de tempo na sua mais bela forma e vigor. Lembrando que quando podamos o Capim Vetiver, sempre é recomendado fazer uma adubação de cobertura.

Com o passar dos anos a sebe/touça do Capim cresce, e como seus filhos surgem sempre no lado externo, o “coração” da sebe/touça envelhece e prevalecem folhas velhas que costumam secar, conferindo uma aparência nada agradável. Antes que aconteça isto, sugerimos arrancar a touça/sebe inteira, dividi-la em conjuntos menores (as vezes 6-8-12-20 unidades, que darão origem as novas sebes, e assim se obtém muitas mudas para se plantar em novo lugar.

Com este procedimento as novas mudas resultantes dessa divisão, voltam a se desenvolver e ficarem lindas e vigorosas por anos. O Intervalo normal para dividirmos as sebes varia de 4 a 6-8 anos (dependendo das condições ambientais e solo/nutrição).

Fertilização:

Normalmente não é necessário, mas em caso de falta de vigor e desenvolvimento lento, pode e deve ser beneficiado com compostagem orgânica, a Vila Verde possui diversos produtos para este fim.
Muito embora o Capim Vetiver seja uma planta robusta e resistente, no caso do paisagismo, onde é imperativo que as plantas se encontrem sempre viçosas e bem desenvolvidas, recomenda-se adubá-lo quando plantado em jardins ou parques. Se necessário busque ajuda de um Técnico ou de Eng. Agrônomo para lhe orientar.

A Vila Verde tem as compostagens de Esterco de Gado (Bull Power), Cavalo (Power Horse), Coelho (Bunny) e Codorna (Wachtel), o Adubo Orgânico Urban Jungle, o Adubo Fermentado e o Bokashi. Esses fertilizantes orgânicos, cada um com suas características próprias, são enriquecidos com macro e micronutrientes, povoados por microrganismos benéficos e que impulsionam o crescimento e um excelente enraizamento.
PS: Esses compostos estão disponibilizados na loja virtual da Vila Verde, normalmente em pequenas quantidades (baldes de até 1kg). Mas não se engane, são excelentes para todos os tipos de plantas e um balde rende para até 30 – 100 vasos sendo 10-30g por vaso. Para o caso de uso do Capim Vetiver, consultar sobre recomendação e preços especiais para grandes quantidades via WhatsApp.

Tipo de mudas Comercializadas:

O Capim Vetiver pode ser comercializado de diversos tipos de mudas, diversas formas e tamanhos. Cada tipo de muda tem suas características, vantagens e desvantagens, e custos muito diferenciados.

Entendemos que o comprador sempre deseja o melhor produto, pelo menor custo e por esta razão o Viveiro Vale Europeu escolheu alguns formatos e tipos de mudas para sua produção de mudas, a saber:

01- Mudas Simples: são mudas unitárias/simples, podendo ser colmos ou decorrentes da divisão de touceiras/sebes;

02- Mudas Duplas: já são mudas decorrentes da divisão das sebes e que possuem no mínimo dois unidades reprodutivas, ainda unidas;

03- Mudas Triplas: são compostas por três unidades reprodutivas, unidas entre si;

04- Mudas Quadruplas: são mudas compostas por 4 unidades reprodutivas, ligadas entre si (uma mini touça);

05- Mudas Pre-enraizadas: o processo de pre-enraizamento, pode levar de 30 a 90 dias ( dependendo da época do ano), e estas são mudas que passam por uma processo de promoção de emissão de novas raízes e brotação em estufas, em condições controladas, e assim aos serem fornecidas ao comprador estarão no máximo de seu vigor e a taxa de mortalidade (se bem implantada e manuseada) praticamente é zero, e seu desenvolvimento é acelerado em 1-2 meses, em comparação de mudas sem o processo de pre- enraizamento;

06- Mudas em Jacá (saco plástico): estas mudas são cultivadas por 1-2 anos no nosso viveiro, e possuem um torrão bem enraizado, e a parte aérea já bem desenvolvida. Estas mudas são mais indicadas para áreas muito áridas e inóspitas, ou mesmo para o paisagismo, pois já oferecem uma aparência visual na paisagem de imediato. Temos mudas em jacas de 1 litro, 2 litros, de 4 litros, de 8 litros e de 14 litros;

07- Mudas em Container ou Vasos: são mudas exclusivas para paisagismo, e seu custo varia com seu tamanho, tipo de embalagem e volume de substrato. Se for desejado podemos orçar mudas já plantadas em seu vaso desejado.

As mudas de Vetiver normalmente são vendidas e preparadas sob encomenda, principalmente pedidos maiores. Para pequenas quantidades normalmente temos a pronta entrega no nosso viveiro.

Para facilitar a venda de mudas, também oferecemos serviços de despacho das mudas por transportadora para todo o Brasil (frete por conta do cliente), para aqueles que se encontram mais longe do nosso viveiro e buscar as mudas seria muito custoso. Se for estas duas escolhas/ necessidade, se informe qual muda mais indicada para a sua necessidade e que seja transportável, e peça o orçamento para preparo e embalagem das mudas, para que cheguem bem ao seu destino.

Matéria desenvolvida pelo:

Engenheiro Agrônomo Haro Kamp, paisagista, arborista, ex-professor de faculdade com know-how internacional, a seguir Alemanha, Itália, Holanda, Chile e com pós-graduação na argentina, Haro tem mais de 40 anos de experiência.
Consultar um profissional qualificado, reduz muitas dores de cabeça e economia ao longo do tempo.

Solicitar Orçamento pelo WhatsApp: 47 99983-4543 direto com Haro Kamp

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